Facebook

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Caso Emilly: depois de 4 meses, o mistério continua...

Pai Leandro Campos durante campanha em jogos de futebol
RIO PARDO DE MINAS – Dia após dias e nada. O misterioso desaparecimento da menina Emilly Ferrari continua sem novidades. Tudo que a família e sociedade riopardense podia fazer foi feito, mas as autoridades responsáveis pelo caso não consegue apresentar nenhuma novidade. O sumiço foi dia 04 de maio. Nesta quarta, completam-se 4 meses. Houve protestos, troca de farpas e muitas acusações. Nada de concreto.

O corretor de seguros Leandro Campos, pai de Emilly, com ajuda de familiares, divulgou fotos, pendurou faixas e distribuiu panfletos durante importantes jogos de futebol em estádios brasileiros, como Maracanã, no Rio de Janeiro e Mineirão, em Belo Horizonte, mas sem sucesso. A intenção foi divulgar o desaparecimento de Emily em nível nacional. A foto de Emilly foi exibida até no telão do Maracanã. O mesmo aconteceu na final da Copa Libertadores, disputada por Atlético x Olímpia, no Mineirão. A divulgação teve o aval da delegada responsável pelas investigações, Cristina Coeli, da Delegacia de Pessoas Desaparecidas da Polícia Civil de Minas Gerais.

Leandro faz panfletagem nos grandes centros
Pistas – Algumas pistas foram recebidas, mas a delegada já descartou. Numa delas, um homem teria ligado e disse que viu uma menina muito parecida com Emily em uma loja na região do Barreiro, em Belo Horizonte. No entanto, a câmera do local mostrou que não era Emilly.

A polícia também foi informada que Emily carregava uma pequena bola na mão quando desaparece. O brinquedo teria sido entregue a ela por outra criança cerca de três minutos antes do seu desaparecimento. O brinquedo ainda não foi achado.

A delegada também recebeu uma denúncia anônima de um homem que dizia ter encontrado uma boneca negra parecida com a que ele viu na imprensa e que poderia ser de Emily. No entanto, o denunciante não voltou a entrar em contato com a corporação e o brinquedo não chegou às mãos das autoridades.

Segundo Cristina Coeli, as investigações ainda são feitas em todas as direções possíveis, considerando as possibilidades de um sequestro por pessoa sem vínculo ou por pessoas que tinham relacionamento com a criança. O pai, que chegou a ser considerado suspeito, teve qualquer participação descartada pela polícia.

Quem tiver qualquer tipo de informação sobre o paradeiro de Emily pode entrar em contato com a polícia pelos telefones: 181 ou 0800 28 28 197. Não é preciso se identificar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário