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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Conselho de Segurança implantará “Olho Vivo” em Rio Pardo de Minas

Parceria entre o Poder Judiciário e o CONSEP viabilizou recursos de R$ 42 mil para projeto
O juiz da comarca de Rio Pardo de Minas, Dr. João Carneiro Duarte Neto, aprovou o projeto apresentado pelo Conselho Comunitário de Segurança Pública – CONSEP, que visa implantar o sistema “Olho Vivo” em pontos estratégicos da cidade. Com a viabilidade do projeto, elaborado pelo escrivão da Polícia Civil, Samuel de Castro Inácio, o juiz destinou recursos de R$ 42 mil, oriundos de prestações pecuniárias, para execução da primeira etapa.

Conforme a presidente do CONSEP, Maria de Fátima Viana, o sistema “Olho Vivo” em Rio Pardo de Minas será iniciado com 29 câmeras fixas, que serão instaladas nos pontos com maior incidência de criminalidade. “Nossa intenção é auxiliar o policiamento preventivo da Polícia Militar, bem como o trabalho repressivo investigado da Polícia Civil”, explicou a presidente, que espera poder evitar crimes após a implantação do sistema, que deverá funcionar já no início de 2017.

O projeto pode se tornar uma referência para as cidades do Alto Rio Pardo, já que vem contando com o envolvimento de diversos segmentos da sociedade e, principalmente, por que é financiado por recursos arrecadados com aplicação da pena de prestações pecuniárias e objeto de transações penais.


4 comentários:

  1. Coloca ai que o projeto foi desenvolvido pelo ex-controlador geral do Município, Luis Carlos.

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  2. Gostaria de Parabenizar todos envolvidos neste projeto e pricipalment o Agente da Policia Civil, SAMUEL - Rio Pardo precisa mais de gente assim.

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  3. 29 câmeras de olho vivo .... kkkkk

    42 mil . Seria a não de obra . Só da instalação das câmeras




    A câmera é o item mais caro de cada unidade. O preço está em torno de R$12 mil

    Encaminhamos um pedido de orçamento para duas empresas, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo, que já implantaram o sistema em várias cidades do país. Embora sem detalhamento, mas com fotografias das unidades de Ipatinga, o preço por cada unidade fica entre R$25 mil e R$ 35 mil reais. “Hoje um projeto para uma cidade assim como a sua, com cerca de 30 unidades, em wireless, fica por aproximadamente uns R$ 900 mil”

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  4. Governo Federal tem programa para ajudar na implantação de Olho Vivo

    O Governo Federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP, pautada no Programa de Segurança Pública para o Brasil, elaborou uma cartilha destinada aos prefeitos que desejam implantar o sistema. O documento traz orientações que vão desde as explicações do funcionamento do Olho Vivo até as orientações sobre custo. Segundo o Ministério da Justiça, cada unidade (câmera, poste, equipamento de transmissão e assessórios) deve ser adquirida por um preço inferior a R$40 mil.

    Para um projeto com 40 câmeras instaladas o valor máximo a ser pago pela compra do sistema seria então de um milhão e seiscentos mil reais.

    O documento do Ministério da Justiça exige que várias empresas sejam cotadas. “A pesquisa mercadológica deverá ser realizada em no mínimo três empresas da região ou localidade onde será realizado o projeto”, afirma um trecho do documento.

    Ainda de acordo coma cartilha do Ministério da Justiça, o sistema de transmissão deve estar incluído na unidade, seja por fibra ótica ou rádio (wireless). “A infraestrutura devera ser composta por tecnologias como fibra ótica, enlace de Rádio ou Sistemas Híbridos (fibra ótica e rádio), de acordo com as particularidades geograficas de cada local”, cita outro trecho.

    Sem transmissão

    A reportagem do Plox, acompanhada por profissional da área, visitou várias unidades instaladas em Ipatinga e constatou que os equipamentos de transmissão foram retirados.

    horto

    Em contato com um provedor de internet que atua na cidade, fomos informados que a empresa contratada pela Prefeitura não instalou o sistema de transmissão para levar o sinal das câmeras até a sala de controle que fica no centro da cidade. A referida empresa foi contratada para instalar “um ponto de internet a rádio”, tal como instalado em residências. “Como não estavam mais usando nossa rede para transmitir e os equipamentos nos pertencem eles foram retirados”, informou o ex-gerente da empresa, que agora atua em outro setor.

    A câmera é o item mais caro de cada unidade. O preço está em torno de R$12 mil

    Encaminhamos um pedido de orçamento para duas empresas, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo, que já implantaram o sistema em várias cidades do país. Embora sem detalhamento, mas com fotografias das unidades de Ipatinga, o preço por cada unidade fica entre R$25 mil e R$ 35 mil reais. “Hoje um projeto para uma cidade assim como a sua, com cerca de 30 unidades, em wireless, fica por aproximadamente uns R$ 900 mil”

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