Investigação de feminicídio em Taiobeiras é concluída
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Autor asfixiou a moça e adulterou a cena do crime para simular um suicídio. |
A Polícia Civil concluiu a investigação sobre o feminicídio de uma jovem de 21 anos em Taiobeiras. O crime ocorreu em 27 de dezembro de 2024, e o suspeito tentou encobrir o homicídio simulando um suicídio. No entanto, a perícia e os depoimentos de testemunhas desmontaram essa versão. O homem de 30 anos foi identificado e preso três dias após o crime.
O inquérito foi instaurado no dia seguinte ao fato, quando familiares e a cena do crime levantaram indícios de que a morte não havia sido autoinfligida. Em 30 de dezembro, o suspeito foi localizado e preso, e com ele foi encontrado o celular da vítima. Durante a abordagem, ele confessou o crime.
As investigações contaram com depoimentos de testemunhas, laudos periciais e uma reprodução simulada, que esclareceram a dinâmica do feminicídio. O laudo de necrópsia confirmou que a vítima morreu por asfixia, evidenciando a ação violenta do suspeito.
De acordo com a delegada Mayra Coutinho, o suspeito foi até a casa da vítima na noite do crime sob o pretexto de discutir uma suposta dívida relacionada a uma bicicleta, justificativa que não se comprovou. As apurações indicaram que os dois haviam se relacionado meses antes, mas a vítima decidiu romper e começou a se envolver com outra pessoa. A motivação do crime pode estar ligada ao fato de o suspeito não aceitar o término e agir movido por ciúmes.
Testemunhas relataram que o homem perseguia a vítima, insistia em manter contato e demonstrava comportamento obsessivo. Dias antes do crime, ela chegou a pedir a uma amiga para dormir com ela, temendo ficar sozinha.
Durante uma discussão no quarto da jovem, ele a asfixiou e depois tentou encobrir o crime simulando um suicídio. O corpo foi encontrado pela mãe da vítima no dia seguinte, suspenso por uma corda amarrada ao telhado da casa.
Diante das provas, o suspeito foi indiciado por feminicídio qualificado, por asfixia, e por fraude processual, por ter alterado a cena do crime. "Se condenado, pode pegar mais de 40 anos de prisão", destacou a delegada.
O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e está à disposição da Justiça.
Espero que nenhum advogado auxilie esse vagabundo, e que ele apodreça na cadeia sozinho e sem visitas.
ResponderExcluirInfelizmente por lei ele é obrigado a ter um advogado se ele n pagar o estado ou governo manda um pra ele ... ele só não tem se ele mesmo for ser o seu advogado
Excluir40 anos ainda é pouco monstro tem que ter pena de morte ,vagabundo tinha que mandar ele pra presídio grande pra ele n ter nem visita esse otario
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