Além de abusar de criança, adolescentes filmaram e divulgaram em redes sociais
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Investigadores fizeram buscas para apreender celulares. |
A
Polícia Civil de Taiobeiras cumpriu na manhã de segunda (27/04) mandados de
busca e apreensão contra três adolescentes de 14 anos no intuito de apreender aparelhos
celulares e outros dispositivos eletrônicos para investigar um caso de abuso
sexual contra uma criança de 12 anos, ocorrido no município no último dia 17 de
abril.
Conforme
a investigação, os três adolescentes de 14 anos são apontados como autores de
atos infracionais análogos aos crimes de estupro de vulnerável e pela produção
e compartilhamento de material com conteúdo sexual nas redes sociais.
O
caso, ocorrido na zona rural de Taiobeiras, vem sendo apurado pela delegada
Mayra Coutinho, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Os
levantamentos indicam que os três adolescentes marcaram um encontro com a
vítima, de apenas 12 anos, em um terreno abandonado, onde teriam sido
praticados atos libidinosos e conjunção carnal.
Além
de abusar da criança, o grupo ainda registrou os atos libidinosos em vídeo e,
na sequência, o conteúdo ilícito foi armazenado e difundido entre os envolvidos
por meio de aplicativos de mensagens.
Durante
a operação, foram apreendidos os telefones utilizados para gravar e reproduzir
as imagens, colhendo-se evidências dos atos sexuais. Dra. Mayra informou que a
ação célere foi essencial para preservar as provas digitais, garantir a
proteção integral da adolescente e interromper a propagação das imagens,
evitando uma grave revitimização.
“Por
se tratar de vítima menor de 14 anos, a vulnerabilidade é absoluta, sendo
juridicamente irrelevante qualquer alegação de consentimento ou experiência
sexual prévia”, explicou a delegada.
A
delegada destacou ainda a responsabilidade dos pais, reforçando a importância
do monitoramento constante do conteúdo acessado por menores. Ela chamou atenção
para as consequências reais dessas ações, uma vez que o que pode ser visto como
“ostentação digital” configura, na prática, ato infracional grave com punições
severas, além de gerar danos psicológicos e sequelas irreversíveis à imagem da
vítima.
Após
os procedimentos, os adolescentes foram conduzidos à unidade policial com
acompanhamento do Conselho Tutelar e de seus responsáveis legais, sendo
posteriormente apresentados ao Ministério Público para as medidas previstas no
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O que vai acontecer agora com esses demônios pq eles tem que ser preso e lá dentro do presídio os caras mais velhos fazer bem pior com eles pq pau que dar em Francisco dar em chico pq se eles tem idade pra praticar crime eles tem idade pra ser preso
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